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Crítica: Um Segunda Chance

Crítica: Um Segunda Chance

Imagem: Universal

Libertada da prisão, Kenna (Maika Monroe) vai atrás de sua filha para se reconectar com ela, mas os avós fazem com que isso não aconteça. Ela conhece um dono de bar local e, depois de se conhecerem melhor, ocorre uma paixão entre ambos.

O longa-metragem tem uma proposta que já foi explorada por milhares de outras produções, mas isso não deveria limitar o filme de abordar temas como paixão e reconciliação familiar. Porém, o filme acaba se autolimitando ao fazer mais do mesmo estilo de outras produções.

É nítido que eles gostariam de tentar se aprofundar em temas de laços familiares e de luto, mas infelizmente não conseguem fazer com que o espectador tenha interesse em querer saber a conclusão dessa história, que não tem muito no que se diferenciar de outras produções.

Apesar disso, a imagem do filme consegue transmitir uma beleza nos cenários do longa-metragem, utilizando cores vivas e vibrantes. Outros aspectos do filme não têm pontos fortes nem pontos fracos.


Uma Segunda Chance é um filme que o espectador assistirá, mas não ficará na memória, sendo esquecido logo após.

“Uma Segunda Chance é um filme que o espectador assistirá, mas não ficará na memória, sendo esquecido logo após.”
Murilo Prazeres

Uma Segunda Chance (2026)

Duração 1h54m Direção Vanessa Caswill Roteiro Colleen Hoover, Lauren Levine Elenco Maika Monroe, Tyriq Withers, Rudy Pankow Onde assistir Ver plataformas no JustWatch

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