A HeartLoop Games, estúdio independente sediado em Montreal, lançou o seu primeiro título, Poly Fighter, em Acesso Antecipado no Steam. Trata-se de um jogo de luta a solo que funde a ação dos clássicos confrontos 1 contra 1 (1v1) dos fliperamas com os sistemas de progressão e builds imprevisíveis do género roguelike.
De acordo com o Diretor Criativo do estúdio, Osama Dorias, o projeto nasceu de uma paixão por jogos de luta e tem como objetivo envolver a comunidade no desenvolvimento contínuo durante o período de Acesso Antecipado.
Como funciona a mistura de Luta com Roguelike
Em Poly Fighter, os jogadores competem numa liga clandestina de alto risco, subindo posições (ranques) enquanto enfrentam adversários e chefes secretos em combates individuais. O diferencial reside na forma como a evolução da personagem (build) funciona: ao derrotar oponentes, o jogador pode “roubar” as suas habilidades. O sistema permite trocar, combinar e melhorar os golpes para criar sinergias de combate e lutadores diferentes a cada tentativa.
Desta forma, a experiência clássica de memorizar uma única personagem é substituída pela experimentação de estilos diversos a cada run (tentativa), permitindo abordagens variadas como “tanques super blindados”, lutadores de investida agressiva ou especialistas focados em projéteis (o chamado zoner).
Acessibilidade mecânica e experiência para um jogador
Poly Fighter foi concebido estritamente como uma experiência para um jogador (single-player), removendo a pressão associada a modos competitivos ou jogos de posição (ranked) online. No aspeto técnico dos controlos, a HeartLoop Games incorporou dois métodos: opções modernas para iniciantes que facilitam a execução de combos, e comandos nostálgicos direcionados aos veteranos do género.
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