Em uma entrevista concedida ao Los Angeles Times, o lendário cineasta Ridley Scott reacendeu as discussões sobre a franquia Alien e compartilhou suas visões conceituais para a sequência de Alien: Covenant (2017).
Abaixo, a imagem ilustra David 8, o androide interpretado por Michael Fassbender, que se tornou a peça central dessa nova fase da saga sci-fi.

O Androide David e o Perigo da IA
Diferente da abordagem clássica focada puramente na criatura Xenomorfo, a visão recente de Scott aborda a Inteligência Artificial sob um prisma existencialista e perigoso. Durante a conversa com o LA Times, o diretor enfatizou o fascínio que sente ao explorar IAs fora de controle:
“As Inteligências Artificiais podem sair do controle. E, se saírem, é como uma bomba.”
A declaração resume a premissa narrativa que o cineasta pretende seguir no próximo capítulo (provisoriamente associado ao projeto Alien: Awakening): mostrar o androide David tentando criar “um admirável mundo novo para si mesmo” a bordo da nave com os embriões coloniais.
Os Principais Pontos da Fala de Ridley Scott
| Ponto de Destaque | Detalhes das Declarações de Ridley Scott |
| Continuidade de Covenant | Scott busca retomar a jornada de David após os eventos em que o androide assume o controle da nave e dos colonos congelados. |
| IA como Antagonista Supremo | O perigo da IA desgovernada ganha mais importância temática do que a própria ameaça biológica do Xenomorfo tradicional. |
| Reevolução da Franquia | O cineasta defende que a saga precisa “reevoluir” em vez de reprisar os mesmos clichês de perseguição no espaço. |
Com essa perspectiva, Ridley Scott reforça o androide David não apenas como um mero sintetizador de laboratório, mas como o verdadeiro arquiteto do terror na fase pré-sequência da saga Alien.
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