O retorno da franquia de sucesso, é carregada de momentos esquecíveis e um banho de sangue exagerado e cômico, que provavelmente será lucrativo para a produtora que investiu ao menos sete dígitos na produção da nova parcela da franquia.
Mesmo que tenham se passado sete anos desde o original, a franquia retorna em alta velocidade, já que os créditos de abertura são intercalados com flashbacks para antenar aqueles que não estão familiarizados com a história, que segue uma premissa semelhante, principalmente quanto ao exagero e nenhuma economia de gore, que é uma marca registrada da franquia de sucesso.
Os cenários, principalmente sua casas, se unem frente à organização, para que seja possível suportar outra rodada de um jogo de sobrevivência, no qual, Grace, uma veterana e experiente em batalha, agora é responsável por garantir a sobrevivência de sua irmã distante, Faith, interpretada por Kathryn Newton, que sem querer é forçada a acompanhar essa caçada sádica. É um vínculo de trauma fraterno, já que as duas, ao longo da noite, têm o reencontro que muitas irmãs nunca imaginariam, mas isso acaba sendo um passo sem firmeza para o texto com pouco repetitividade e sem vida, pois aposta muito alto e não consegue manter o ritmo frenético de seu terço inicial.
Apesar de complementar ressalvas espirituosas, que são insuficientes para manter a sagacidade da direção propulsora para parecer tão envolvente quanto da primeira vez. Seu texto definitivamente não empolga, e quebra ligeiramente a estrutura semelhante quando necessário, aprofundando os relacionamentos em seu centro, provocando tanto o investimento emocional quanto a diversão do público. A jornada de Grace e Faith é de reconexão que reflete um pouco as lutas dos irmãos Danforth, já que Titus, de Shawn Hatosy, e Ursula, de Sarah Michelle Gellar, também se encontram em uma situação semelhante, mas não apenas debganhar a caçada para manter o controle de seu enorme império, mas também se perguntando quais serão seus papéis um para o outro no futuro.
Alguns personagens se destacam, como Newton, por carregar a energia necessária para o impressionante desempenho de rainha do grito de Weaving e tocando-o tão maravilhosamente. Weaving, no entanto, ainda está conseguindo se elevar através de cada grito ou soco dado. Sua fiscalidade quando comparada ao longa anterior, é dobrada apenas desta vez, assim como os galões de sangue que cobrem ela e Newton durante o desenvolvimento da trama caótica.
Eles são um par totalmente sincronizado, já que ambos os atores aproveitam o equilíbrio entre ação e comédia em sintonia com o estilo de direção apresentado, aparentemente projetou uma receita para um gênero de filme agradável ao público. É mais do mesmo? Claro, mas em sua essência, é basicamente o mesmo filme mas dessa vez, com novas ambições narrativas, e mesmo levando anos de trabalho para chegar a peças muito mais inventivas, usa muito mais galões de sangue e, se torna, uma sequência que é tudo o que poderiam desejar e possivelmente um pouco mais.

Hamnet:Casamento Sangrento – A Viúva (2026)
Duração 1h 48minDireção Matt Bettinelli-Olpin, Tyler GillettRoteiro Guy Busick, Ryan MurphyElenco Samara Weaving, Kathryn Newton, Sarah Michelle GellarOnde assistir Ver plataformas no JustWatchCompartihar:















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