A Rockstar Games tem uma decisão importante pela frente em relação ao tão esperado GTA 6: manter ou não o auto-aim. Esse recurso, que se tornou uma marca registrada da série, poderia ser removido no novo jogo, o que traria uma mudança considerável na dinâmica dos tiroteios e da jogabilidade, especialmente para quem se acostumou com as mecânicas dos títulos anteriores.
Nos primeiros jogos da série, como GTA 3, a mecânica de auto-aim foi uma solução prática para facilitar os tiroteios, especialmente no PS2, onde a precisão com o controle poderia ser um desafio. Desde então, a Rockstar manteve o recurso em praticamente todos os títulos, permitindo que os jogadores focassem mais na ação e nos elementos narrativos, sem se preocupar excessivamente com a mira.
Com o avanço da indústria, jogos como Max Payne 3 e GTA V demonstraram que a Rockstar conseguiu refinar seu sistema de combate, incorporando mais controle manual para os jogadores. No entanto, em GTA Online, a mira assistida ainda é a opção padrão, e muitos jogadores se acostumaram com essa dinâmica, que traz um ritmo de combate único e até divertido.
Mas e GTA 6? A Rockstar tem a oportunidade de deixar para trás o auto-aim, que parece um recurso do passado em comparação com o que outros jogos já oferecem. Jogos de tiro modernos, como Call of Duty, têm sistemas de mira assistida extremamente sofisticados, e a Rockstar poderia seguir essa linha em GTA 6, dando aos jogadores um controle mais direto sobre os tiroteios.
Se a Rockstar decidir remover o auto-aim de GTA 6, ela precisará criar uma nova forma de manter a ação fluida. O risco é que isso possa afastar jogadores que se acostumaram a esse estilo de combate, que é, de certa forma, mais acessível e até divertido para muitos.
Com a chegada do novo jogo, a grande dúvida permanece: será que GTA 6 manterá o auto-aim e continuará a tradição da série, ou será que a Rockstar irá se aventurar em um sistema de combate mais complexo e manual?
Fonte: Eurogamer.net
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